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terça-feira, 12 de março de 2019

O socialismo romantizado e o socialismo real


O elogio ao socialismo romantizado, ardilosamente recomendado pelos globalistas e seus “especialistas” de plantão, tem sido reproduzido à exaustão em grande parte do mundo. Infelizmente, os poucos que têm consciência desse plano satânico simplesmente foram calados ao longo dos últimos anos. Não havia como incorporar a discussão sobre esse tema em nenhum espaço público, e ainda não há. O discurso globalista sobre a tal construção de um mundo de paz e sem desigualdade entre os homens, ops, entre os mais de setenta gêneros humanos, segundo os “peritos” da teoria da “paz, amor e pombas brancas”, não passa de um grande engodo que finalmente está sendo desmascarado pela dura realidade que se sobrepõe às sociedades que caíram nessa esparrela.

O que nos cabe, e é permitido apenas nas redes sociais onde o alcance é autoritariamente restringido, é identificar as organizações que apoiaram e continuam apoiando essa ideologia genocida e manifestar publicamente a nossa repulsa e inconformidade em relação à continuidade desse projeto dentro do nosso País. De antemão, as universidades (federais e privadas), órgãos públicos como secretarias de educação, saúde e assistência social, parte do judiciário cooptado, sindicatos, conselhos corporativos, partidos políticos e a mídia brasileira estão diretamente comprometidos com o projeto de implantação do socialismo no Brasil.

O método usado foi o da batalha de ideias e ações contraditórias que passaram a confundir e a dividir a sociedade em grupos que agora se repelem uns aos outros. Neste estado das coisas, as manipulações através da tutela jurídica e assistencial conseguem dominar grande parte do povo. Foi o que ocorreu na Venezuela também. Todavia, o povo brasileiro teve sorte – graças às FFAA que não se corromperam, a maioria pelo menos não, à população numerosa e à extensão territorial. Não foi delírio do velho comandante satânico, Fidel Castro, registrado em vídeo, afirmar que a adesão do Brasil à Pátria Grande Socialista era fundamental. Observem, após o impeachment do PT em 2016, como numa sequência de queda de dominós, os governos de esquerda foram tombando na América Latina. Isso não é coincidência, é relação direta com a falta de recursos que viabilizava essas ditaduras. 

Hoje a Venezuela é comandada por Cuba. Sem os recursos da Venezuela, que há muito não investe no incremento das suas riquezas, mas em um narco-Estado, a Ilha dos Castro e dos charutos periga se desmanchar no ar. Essa é a última resistência a ser quebrada para libertar de vez o povo venezuelano. Enquanto isso, o maior genocídio de toda a América persiste sob os olhares incrédulos dos povos de todo o planeta – menos sob os dos globalistas, da ONU, dos intelectuais de esquerda, do PT, do PSOL e de seus asseclas e da mídia brasileira que se omitem vergonhosamente, ou pior, criminosamente apoiam a carnificina no país vizinho.

O socialismo romântico - nós o encontramos dentro das universidades, dos diretórios acadêmicos, no movimento dos juízes para a “democracia”, na OAB, nos compêndios dos anistiados políticos, largamente publicados e estudados por jovens “pacifistas”, na mídia “isenta”, nas congregações religiosas “caridosas” e nas Ongs preocupadas com os direitos dos manos, digo, “humanos”.
O socialismo real – nós o encontramos em Cuba, onde gays e opositores do sistema são mortos pelo regime fascista, onde gerações de homens e mulheres foram feitos reféns de uma só família autoritária que os manipula através do racionamento de alimentos e do medo das milícias armadas. Essa situação se repete em todos os países socialistas do planeta – seres humanos manipulados pelo método da restrição alimentar e do pavor das milícias armadas.
Por isso é tão importante a vigilância diuturna quanto a composição dos quadros ministeriais do novo governo brasileiro.

Abaixo estão anexas algumas fotos que desnudam a insustentável situação na Venezuela. Observem o tipo de solidariedade que o socialismo real predispõe. Numa sociedade de privação, o que se avoluma é o individualismo e não a solidariedade, está comprovado. O país amarga um blackout há cinco dias. Todas as instituições estão paralisadas – incluindo os serviços essenciais. Não há fornecimento de medicamentos, gás, água e alimentos. As milícias armadas bolivarianas ameaçam com tiros, montadas em motos, a população encurralada em suas casas. Alguém viu isso na mídia brasileira?
Venezuelanos desesperados percorrem quilômetros em busca de água em rio contaminado.

Enquanto isso, os Estados Unidos reservaram U$ 500 milhões de dólares como ajuda humanitária para a Venezuela, mas Trump é condenado pelos globalistas/socialistas como sabotador. Hoje, o ditador sanguinário, imputa ao presidente interino Juan Guaidó a responsabilidade pelo blackout. Amanhã, quem sabe, culpará os brasileiros por terem impedido o seu patrocinador de subir ao poder. 

Quererá o ditador chavista/bolivariano nos cobrar a conta? Só o tempo dirá.

Socialismo é crime! Lute contra, sempre. 
      


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