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segunda-feira, 11 de março de 2019

A pá de cal sobre a mídia brasileira


Creio que a maioria do nosso povo não tem mais alguma dúvida sobre o papel infame e deletério desemprenhado pela mídia situacionista brasileira. Uma conduta, diga-se a verdade, conscientemente aceita e desempenhada por ela com maestria e devoção canina à central da redação socialista internacional. 
A mídia oficial, que até pouco tempo acreditávamos ser um veículo fiduciário de informação e de utilidade pública à sociedade brasileira, hoje se revela um antro de mequetrefes que abriga jornalistas ordinários, desprovidos de caráter e engajados ideologicamente a uma doutrina genocida dos povos judaico/cristãos. Ao longo de mais de 30 anos, os principais meios de comunicação se locupletaram de recursos públicos advindos da poupança daqueles que ela mesma ilusionava, nós, os brasileiros. Ardilosamente, mancomunada com os espertalhões da socialdemocracia e da esquerda nacional, manipularam a população e introjetaram as ideias progressistas nefastas na nossa sociedade. Ideias essas totalmente estranhas ao povo brasileiro. A mídia oficial é cúmplice dos ideais do Foro de São Paulo que orquestrou o projeto maquiavélico de por fim à Nação brasileira e implantar um governo único ditatorial para a União das Repúblicas Socialistas latino-americanas. Isso sob o olhar rutilante da ONU, deve-se dizer. As provas são abundantes, é possível escrever vários livros. Foi um delírio de uma súcia de psicopatas, acobertados pela grande mídia, que resultou no genocídio venezuelano e em mais de meio milhão de mortos no Brasil. Porém, todo o sofrimento imposto ao nosso povo não foi suficiente para barrar esse projeto funesto. Não, eles estão inconformados com a ideia de concorrência leal, com a meritocracia nas redações em detrimento dos apadrinhamentos, com a exigência de qualidade do conteúdo da informação por parte de um leitor esclarecido e o fim do toma lá dá cá entre os meios de comunicação chantagistas e governos corruptos. Enfim, os jornalistas não querem admitir, como crianças mimadas, que a realidade brasileira hoje é outra e se sobrepõe à vontade dos gazeteiros engajados.

Muito já falamos aqui sobre o jornalismo “petralheiro” de modo que vou direto ao assunto. O escândalo envolvendo o Estado de São Paulo trouxe à luz os bastidores não só do próprio jornalismo do Estadão, mas como autenticou a execrável missão de TODA a grande mídia no país – a de derrubar o governo Bolsonaro. A ela pouco ou nada importa o fato de o governo Bolsonaro ter sido legitimamente e democraticamente escolhido pela maioria do povo brasileiro. Os jornalistas são em grande parte patifes e traidores da Pátria. Tanto é verdade que na semana passada foi anunciado pela equipe da presidência da República a realização de uma live semanal do nosso presidente, via facebook, com o objetivo de esclarecer à sociedade brasileira sobre as balelas que a mídia inventa e divulga sobre as ações do governo.

Trago-lhes apenas um dentre as centenas de exemplos veiculados em apenas 60 dias do novo governo. Perguntado sobre a sua opinião em relação à questão do aborto, o vice-presidente, Gal. Mourão, respondeu: “esse tema diz respeito à mulher”. O que a mídia estampa na primeira página de todos os seus jornalecos no dia seguinte? – “General Mourão diz que aborto é decisão da mulher”, dando a entender que ele seria favorável à legalização do aborto. São indignos da profissão. Deveriam conhecer a filosofia seguida pelo vice-presidente e então escrever “o vice-presidente do Brasil, ao alinhar-se ao pensamento positivista, acredita que a interrupção da gravidez diz respeito somente à mulher”. Dito de outro modo, diz respeito ao foro íntimo da mulher, independe de uma lei ou da opinião de feministas histéricas. Vejam, o sentido é totalmente outro ao veiculado por uma mídia que labuta diuturnamente para aprovar pautas globalistas e, que para isso, não mede esforços para distorcer o conteúdo das mensagens de quem quer que seja. Particularmente, entendo o posicionamento do nosso vice-presidente, e não concordo. Verdade seja dita, ele não se posicionou a favor de uma lei para legalizar o aborto. Faltou aos jornalistas a capacidade de interpretar o texto.

Pois bem, ontem vazou uma ligação entre o jornalista francês Jawad Rhalib e a colunista Constança Rezende, a que publicou o dossiê Flávio Bolsonaro e as informações sigilosas do COAF sobre a movimentação financeira numa conta do seu antigo assessor Queiroz, em 2016. Na conversa telefônica, a jornalista confessa textualmente que o seu papel é “arruinar o governo Bolsonaro” e que está com medo de a matéria não surtir o efeito desejado – o de desencadear o processo de impeachment do presidente. Um verdadeiro escândalo que a mídia brasileira pútrida faz de conta que não diz respeito a ela e silencia.

Diante dessa inequívoca prova de complô da mídia brasileira, em conluio com os globalistas, cujo obstinado objetivo é retomar o Brasil dos brasileiros, questiono sobre a nossa leniência em relação à sabotagem manifesta das grandes empresas de comunicação no País. Vamos continuar a dar audiência para os traidores da pátria que nos tratam como bobos intrusos? Ou vamos dar-lhes uma resposta à altura desligando todos os canais virtuais, impressos e televisivos com os quais tentam manipular a nova realidade política?  

A internet já nos oferece uma gama muito satisfatória de bom jornalismo e uma programação de qualidade com conteúdo político superior à mídia tradicional. A tendência é a multiplicação de sites, blogs, canais no youtube, hangouts e lives pelas redes sociais realizadas por profissionais sérios comprometidos com a verdade e o crescimento do nosso País. E ainda melhor, conteúdo gratuito ou financiado pela iniciativa privada que cada vez mais se conscientiza do seu papel social, associando-se a quem tem credibilidade.

À mídia charlatã restará o ostracismo e a bancarrota. Cabe a nós essa tarefa.  


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