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quinta-feira, 2 de maio de 2019

A farra das medalhas na era PT


No dia 12 de dezembro de 2018, a globalista office girl de George Soros, Ilona Szabó esteve em Brasília para receber a medalha de Grande-Oficial da Ordem do Mérito da Segurança Pública, oferecida pelo Ministro da Insegurança Pública, Raul Jungmann. Ele também mimoseou uma condecoração à Débora Albuquerque, secretária-Executiva Adjunta do Ministério da Insegurança Pública e à Andrea Cavalcante, assessora especial do próprio comunista, digo, do ministro. A diretora executiva do Instituto Igarapé, financiado pelo mega bilionário comunista progressista (redundância) George Soros (acusado de tráfico de influência na política americana, tráfico de seres humanos, tráfico de drogas e proibido de colocar os pés na Hungria) agradeceu a todos que a apoiaram e mencionou o evento “pra virar o jogo”. A campanha lançada pelo Instituto Igarapé, o qual Ilona dirige junto com o marido canadense, visa interferir diretamente na segurança pública brasileira. O “pra virar o jogo”, entre outras sandices, sugere a descriminalização das drogas (sem indicar ações claras de controle por parte do Estado), o fim da polícia militar, o desencarceramento e o desarmamento da população. É dela a frase sensacional e inusitada “armas são feitas para matar e não para proteger”. Infelizmente, ela não consegue convencer sequer os seus amigos famosos como Fernando Henrique Cardoso, George Soros, Raul Jungmann e Luciano Huck que seguem muito bem protegidos por seguranças armados. Em tempo, George Soros acaba de ser eleito pelo jornal Financial Times como a personalidade do ano de 2018. Seguindo a “cartilha” de Saul Alinsky (sobre o qual já escrevemos em texto anterior e vamos aprofunda-lo muito ainda) os globalistas destroem as reputações daqueles que se opõe ao sistema corrupto e criminoso que eles têm financiado enquanto estratégia de assalto às riquezas das nações. Soros é um dos integrantes e o porta-voz do seleto e poderoso clube Bilderberg. Em busca do governo global centralizado, o grupo formado por representantes das famílias mais poderosas do mundo implanta o terror em territórios onde possui interesses econômicos, atacando a estrutura identitária/cultural da sociedade e impondo a violência. A ONU é a principal cúmplice. E para esse intento financiam institutos aparentemente não políticos (Ongs) que através de vultuosos recursos financeiros (somente em 2018, a Open Society Foundations distribuiu U$ 32 bilhões às ONGs parceiras, muitas no Brasil, como o Instituto Igarapé e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, esse também representado na solenidade do comunista Jungmann pelo seu diretor), infiltram-se tanto na base da sociedade quanto nas estruturas de Estado para influenciar, em especial, a legislação local. Assim também eles capturaram a grande mídia oficial que é por eles usada para o fim de destruir moralmente ou ridicularizar qualquer um que ouse divergir das suas pautas e projetos. Por outro lado, também se valem dessa mesma mídia para se autopromoverem literalmente comprando fama, distinção e prestígio. Torna-se, por isso, bizarro George Soros ser eleito a personalidade do ano e Ilona Szabó receber a medalha de Grande-Oficial da Ordem do Mérito da Segurança Pública. Esses “acontecimentos” beiram o ridículo para os que sabem da grande farsa que isso tudo na verdade representa. Uma risível pantomima entre os pares, mas que o público leigo aplaude porque, infelizmente, não possui informações necessárias para o bom discernimento. 
Após a posse do novo governo, espera-se que esse grupelho progressista tenha sua atuação e influência drasticamente restringida no Brasil. 
Reflitamos, como uma ONG que a priori deveria ser apartidária tem livre trânsito no interior do ministério da segurança pública? A sua diretora executiva recebe uma condecoração por parte de um ministro comunista, que tanto ele quanto ela nada de concreto fizeram a favor da segurança pública brasileira; antes pelo contrário. O Instituto Igarapé promove pautas comprovadamente contrárias aos desejos das corporações policiais e da própria sociedade brasileira. Foi contra a intervenção federal no Rio. O comunista salafrário, que jamais ocuparia cargo algum se não fizesse parte da súcia esquerdista que tomou o poder no nosso País, enquanto “ministro” de um ministério inventado por ele que só nos custou recursos públicos sem nada resolver, sequer solucionou o gravíssimo atentado terrorista contra um candidato à presidência da república. Todavia, manda monitorar uma pacata professora de sociologia, ameaça prender os cidadãos eleitores que ousarem duvidar das “confiáveis” urnas eletrônicas smartmatic, decreta em 16 de outubro, duas semanas antes do segundo turno, a lei da mordaça para policiais que divulgassem publicamente qualquer ocorrência atípica nas zonais eleitorais (em anexo foto da assinatura do documento) e teve o descaramento de mandar colocar uma tornozeleira eletrônica em um coronel do Exército. Atitudes essas baseadas no autoritarismo de quem sofre de delírios persecutórios, comuns a todos os comunistas mequetrefes que no seu âmago sabem das suas reais intenções perversas contra aqueles que não se curvam às intrujices da máfia esquerdista. Sobre o cotidiano “supervisionado” do cidadão comum que vive em um sistema socialista, não li nada tão realista quanto o livro da escritora romena, radicada na Alemanha, Herta Müller – “O Compromisso”, recomendo. 
Em muitos casos, não em todos, claro, a farra das medalhas e condecorações no Brasil, assim como prêmios e os tais títulos de doutor honoris causa, quase sempre segue a regra do compadrio e não do mérito. No caso acima citado, a insígnia foi criada em setembro desse ano, sete meses após a criação do ministério da insegurança pública, que será desativado em 1º de janeiro de 2019. O próprio ministério não prestou algum serviço de relevante valor à sociedade brasileira que justificasse tamanho desperdício de recursos públicos. A festa ocorreu no Palácio da Justiça e foi organizada, tenhamos consciência, com dinheiro do contribuinte. Estavam presentes Michel Temer, Eunício de Oliveira, Dias Toffoli, o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Vale Rocha, o general Sérgio Etchegoyen, os comandantes do Exército e da Aeronáutica, general Villas Bôas, e brigadeiro Nivaldo Rossato, além de Raquel Dodge e o ministro Jungmann. De todos os agraciados com a Medalha Ordem do Mérito da Segurança Pública havia um só militar, o general e ministro da Defesa, Luna e Silva. Segundo o titular do Ministério, a honraria “é um reconhecimento a quem contribuiu com serviços prestados aos objetivos do ministério”. Bem, ao ouvirmos essa assertiva e certificarmo-nos de que globalistas progressistas foram a maioria dos agraciados, não há dúvidas sobre qual orientação esteve a nossa segurança pública submetida. Consequentemente, explica-se a “chuva” de sangue que se precipitou sobre os brasileiros nos últimos 15 anos. 
Por fim, lembremo-nos ainda de algumas outras condecorações grotescas como a que foi concedida para Silvio Neto, diretor do MST. A ‘Medalha da Inconfidência’ – a maior honraria concedida pelo Estado de Minas Gerais, foi entregue ao “sem-terra” pelo então governador de Minas Gerais, Jorge Pimentel, quinze dias após militantes do movimento picharem e jogarem tinta na fachada do prédio da ministra Carmen Lúcia. O motivo do ilícito foi por ela ter dado o último voto que negou o pedido de habeas corpus da defesa do ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá, em abril deste ano. 
Em 2015, o governador terrorista Jorge Pimentel já havia condecorado João Pedro Stédile. A Medalha da Inconfidência foi entregue ao palato de abraços acalorados ao líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), em Ouro Preto. A palavra “trabalhadores” é zombaria em estado genuíno. 
Também em abril de 2018, o então chanceler Aloysio Nunes, ex-guerrilheiro, condecorou 10 venezuelanos em reconhecimento às ações deles em favor da “democracia” na Venezuela. O mesmo Aloysio Nunes que em 2015 exigiu explicações sobre as declarações do agora vice-presidente general Hamilton Mourão por ter ele questionado o governo petista. À época, o militar foi exonerado do Comando Militar do Sul. 
Eunício de Oliveira, presidente do Senado, foi agraciado no dia 13 de dezembro de 2017 com a medalha Mérito Tamandaré. A honraria é concedida a autoridades que tenham prestado relevantes serviços à Marinha do Brasil. Uma semana antes, o comunista biltre foi quem afastou o general Hamilton Mourão da chefia da Secretaria de Economia e Finanças do Exército, por ter o militar dito acertadamente que o governo Temer era um “balcão de negócios”. A medalha foi entregue pelo comunista de plantão, Raul Jungmann. 
No fim do mês de março de 2017, o deputado federal Jean Willys (PSol) recebeu, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, das mãos da deputada estadual Manuela d'Ávila, do PC do B, a Medalha do Mérito Farroupilha – a maior distinção da Assembleia Legislativa do Estado. Exato um ano antes ele havia protagonizado um episódio de indecoro parlamentar ao cuspir no rosto do então deputado federal pelo Rio de Janeiro, e hoje presidente eleito do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Segundo Willys declarou na imprensa “eu realmente cuspi em direção a Jair Bolsonaro e faria de novo. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse", disse ele. Não sofreu nenhuma penalidade pela indecorosa atitude com o colega parlamentar e ainda foi condecorado pela colega gaúcha do Partido Comunista do Brasil. 
A lista de tais “premiações” baseadas no contrassenso ético e moral é longa, uma verdadeira chacota com o povo brasileiro. Para finalizar, lembro aos amigos a “justíssima” condecoração da viúva da vereadora Marielle Franco com a também Medalha Tiradentes - a mais alta condecoração ofertada pelos mineiros a quem se destaca pelos bons serviços ao estado. No evento, a esposa da falecida levantou a bandeira do MST e ergueu o punho cerrado. Há quem diga que ela sequer sabia a localização de Minas no mapa do Brasil. 
Onde estavam o povo e a mídia quando tudo isso acontecia debaixo dos seus narizes? No coma induzido? O Brasil foi tomado de assalto por grupos criminosos, terroristas, impostores, fraudadores da República. Mancharam a história do nosso País com as suas trapaças repulsivas, verdadeiras ratazanas de sangradouro responsáveis por mais de um milhão de mortes de brasileiros envolvidos propositadamente no crime, porque dele esses torpes subversivos se mantiveram no poder durante quase 30 anos. Todos medalhistas de araque.

Aos que resistiram e denunciaram ao sombrio teatro dos horrores - são vocês os verdadeiros merecedores das mais altas condecorações que este País possa vos oferecer. Que nenhum de vocês se furte de recebê-las a partir de 2019. Aos impostores e traidores, o sumidouro! 

Agradeço aos amigos que me honraram com a leitura dos meus textos ao longo desse ano e contribuíram de forma relevante com os seus comentários. Muito grata mesmo. 

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